A HartSystem reafirmou seu compromisso com o desenvolvimento tecnológico e a formação de profissionais ao participar, como patrocinadora, do Programa Jovem Programador — iniciativa que já se consolida como uma das mais relevantes para a capacitação em tecnologia no estado.
Esta foi a segunda Aula Magna do programa, marcando um crescimento contínuo do programa, que chega à sua sexta edição com um propósito claro: formar pessoas preparadas para um mercado cada vez mais digital, exigente e dinâmico.
Além do apoio institucional da HartSystem, o programa conta com a atuação direta de Andreas Hartmann, CEO da empresa e também presidente do Seprosc (Sindicato das Empresas de Processamento de Dados de Santa Catarina), reforçando a conexão entre o setor produtivo e a formação de novos talentos.
Um projeto que nasce da união entre setor e educação
O Programa Jovem Programador teve sua origem a partir da iniciativa do Seprosc, em parceria com o Senac, unindo o conhecimento técnico da educação com a visão estratégica do setor de tecnologia.
Desde sua criação, o programa vem evoluindo de forma consistente, ampliando seu alcance e impacto a cada edição. O que começou como uma iniciativa estruturada para suprir uma demanda crescente do mercado, hoje se consolida como um movimento estadual de formação e inclusão.
Nesta edição, o crescimento é evidente: o programa alcança 23 cidades, expandindo oportunidades e democratizando o acesso à formação tecnológica em diferentes regiões de Santa Catarina.
Um setor em crescimento acelerado e com demanda urgente por profissionais
O setor de tecnologia da informação segue em expansão no Brasil e no mundo. Dados recentes apontam que o país possui um déficit anual de mais de 100 mil profissionais de TI, cenário que impacta diretamente a capacidade de inovação das empresas.
Em Santa Catarina, esse movimento é ainda mais evidente. O estado é hoje um dos principais polos tecnológicos do país, com crescimento constante no número de empresas de software, startups e soluções digitais — o que amplia a necessidade por mão de obra qualificada.
Nesse contexto, iniciativas como o Jovem Programador se tornam estratégicas não apenas para os participantes, mas para todo o ecossistema tecnológico.
Formação de pessoas: o centro da transformação
Durante seu discurso na abertura do evento, Andreas Hartmann trouxe uma reflexão profunda sobre o momento atual da tecnologia e o papel das pessoas nesse cenário.
“Vivemos em um tempo em que se fala tanto de inteligência artificial… que se pode ter a impressão de que simplesmente seremos substituídos por máquinas.”
A provocação levanta uma discussão relevante: em meio ao avanço da inteligência artificial, qual é o papel da formação humana?
A resposta, segundo ele, é clara.
“Nunca, jamais, poderemos deixar de lado a formação de pessoas. Nunca poderemos nos acomodar e deixar de desenvolver pessoas mais preparadas para o mercado de trabalho.”
Esse posicionamento reforça um ponto essencial: a tecnologia evolui rapidamente, mas são as pessoas que dão sentido, direcionamento e propósito ao seu uso.
Inclusão, diversidade e acesso como pilares do programa
Outro ponto que merece destaque é o compromisso do Jovem Programador com a inclusão e a diversidade.
Nesta edição, 6% das vagas foram destinadas a pessoas com deficiência (PCD), garantindo acesso mais amplo e equitativo à formação tecnológica.
Além disso, o programa também conta com turma exclusiva para mulheres, incentivando a participação feminina em um setor historicamente marcado pela baixa representatividade.
A proposta vai além da formação técnica: trata-se de criar oportunidades reais, ampliar perspectivas e construir um ambiente mais diverso dentro da tecnologia.
Como destacado no próprio discurso:
“Estamos focando em desenvolvedores, mas também em um movimento que deve ser inclusivo, alcançando pessoas de todo o estado, de diferentes cidades, enfim, pessoas diversas.”
Tecnologia como ferramenta e não como substituição
Outro destaque da fala de Andreas Hartmann foi a visão equilibrada sobre o avanço tecnológico.
“O nosso mundo é bom demais para ser dominado por máquinas. Nós, humanos, precisamos dominar as máquinas e fazê-las trabalhar para o nosso bem.”
Essa perspectiva reforça uma abordagem cada vez mais defendida no setor: a tecnologia não deve substituir o humano, mas potencializá-lo.
Programas como o Jovem Programador atuam exatamente nesse ponto — capacitando pessoas para que sejam protagonistas na construção do futuro digital.
A importância da iniciativa privada na formação de talentos
A participação da HartSystem como patrocinadora reforça um posicionamento claro da empresa: investir em educação e formação é investir no futuro do próprio setor.
“Fazemos isso a partir da iniciativa privada, com formação gratuita e de qualidade.”
Essa atuação demonstra como empresas de tecnologia podem e devem assumir um papel ativo na construção de um ambiente mais forte, sustentável e preparado para os desafios do futuro.
Conectando mercado, educação e inovação
A Aula Magna do programa jovem programador representa mais do que a abertura oficial das turmas de 2026. Ela simboliza a conexão entre três pilares fundamentais:
- Formação de pessoas
- Necessidade do mercado
- Evolução tecnológica
Ao reunir empresas, lideranças e participantes, o evento cria um ambiente propício para troca de conhecimento, inspiração e desenvolvimento.
Um olhar para o futuro
A continuidade do Jovem Programador e o sucesso de suas edições reforçam que o caminho para o crescimento tecnológico passa, necessariamente, pela educação.
O crescimento anual do jovem programador, a ampliação para novas cidades e o fortalecimento de iniciativas inclusivas mostram que estamos diante de um movimento consistente e transformador.
A presença da HartSystem neste cenário não é apenas institucional — é estratégica.
Ao apoiar e liderar iniciativas como essa, a empresa contribui diretamente para a construção de um mercado mais qualificado, inovador e preparado para os desafios da transformação digital.



